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Plantas ideais para os ambientes internos da sua casa

Luz artificial, espaço limitado e pouca ventilação não impedem certas espécies de habitarem até lavabos. Veja quais são elas e inspire-se nestas maneiras de apresentá-las: 

A paisagista Gabriela Pileggi Monteiro planejou as prateleiras de MDF na janela. As plantas escolhidas têm comportamento parecido: gostam de luz indireta e são de baixa manutenção. No centro, a partir da esquerda, véu de noiva, asplênio, espadinhas, seguidas da carnívora nepenthes, avenca e minicactos.

Faça três furinhos no fundo de cada lata de chá, acrescente camadas de argila expandida, manta geotêxtil e terra adubada para plantar ervas ou temperos. O parapeito da janela, que recebe a visita do sol por algumas horas, tem hortelã, manjericão e minirrosas.

Ganchos rosqueados no teto são o que você precisa para pôr esta sugestão em prática. O suporte de ferro acomoda vasos do mesmo material com minissamambaias. A espécie vive em áreas sombreadas, mas não tolera baixas temperaturas. Precisa de adubação e regas periódicas.

Orquídeas phalaenopsis recheiam o interior da gaiola de ferro. A espécie eleita pela paisagista Claudia Munõz requer poucos cuidados: rega semanal e abrigo sombreado, protegido das correntes de ar. O efeito florido dura um mês. Depois, a orquídea perde as suas flores e os novos brotos surgirão no ano seguinte. 

Nos aquários de vidro, os peixes perderam a vez para ripsális e cactos. As duas variedades sobrevivem às mais desafiadoras condições. Para plantá-las, coloque uma camada de pedriscos, terra misturada com areia e, por último, a planta. As dicas são da paisagista Claudia Regina.

Resistente e prática, a suculenta vive com pouca luminosidade e rega controlada. No aparador, o paisagista Odilon Claro usou porta-mantimentos, compoteiras e terrários como vasos. Uma camada de carvão vegetal absorve o excesso de água. Coube ainda uma pata de elefante.

Licualas, pacovás e íris ficaram bem instaladas embaixo da escada neste recorte. “As espécies estão plantadas em vasos de cimento e têm crescimento limitado a apenas um metro”, explica o paisagista Gil Fialho, autor do projeto.

O terrário de ferro exibe lanças de são jorge plantadas em vasos com terra e submersas na água. As folhas atingem até 50 cm de altura e aceitam as duas condições. Embaixo, o pacová aproveita o espaço. A espécie adora ambientes fechados, desde que tenha luminosidade.

Ao lado da escada, ficam a figueira lira e a zamioculca. A primeira, uma árvore que alcança até 12 m quando plantada no solo, é contida pelo plantio em vaso e atinge apenas 2,50 m. Ambas se adaptam bem a condições de pouca luz. Precisam de solo úmido e fértil. 

Duas suculentas em caixas de vidro provam que até no lavabo é possível ter plantas. Na bancada, elas dividem a área com perfumeiros. “Primeiro são colocadas as cascas de pínus e, no centro delas, a suculenta com um pouco de terra e areia”, explica a paisagista Drica Diogo.

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