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A carreira bem centrada de Carolina Burin

Ela não se vê fazendo outra coisa. Desde criança brincava de construir casas para suas bonecas. A arquiteta Carolina Burin escolheu o ofício por ser uma atividade dinâmica, que lida com pessoas e com a realização de seus sonhos. Confira a entrevista com esta profissional multidisciplinar.

Como você encara a busca constante por aperfeiçoamento? Como foi especializar-se em Arquitetura de Interiores?

Acho fundamental estar sempre atento às novidades e buscando aprender mais, pois quanto mais se aprende, mais se quer aprender. Fiz especialização na UniRiter, durante 2 anos e conclui em 2004. Foi interessante porque ali mergulhamos num universo da arquitetura de interiores de maneira bem mais detalhada, com disciplinas especiais de luminotécnica, acústica, de marketing. Foi muito interessante.

Como mestre em teoria e historia da arquitetura você já pensou em lecionar?

Já lecionei na UFRGS por 1 ano, como mestranda. Foi muito interessante, mas para se dedicar a lecionar em faculdades em Porto Alegre, seria necessário um doutorado ou mais horas aula de experiência. Tive convites pra dar aulas fora da cidade, mas acabei decidindo ficar por já estar bem consolidada no mercado como arquiteta e ter escritório próprio desde 2004.

Com duas formações em uma instituição estadual, como você define a qualificação profissional no Estado?

Por experiência própria, sou muito grata a excelente qualidade do ensino que recebi. Na área da arquitetura, a Federal está muito bem cotada, tanto na graduação como nas pós. De maneira geral, o ensino estadual tem muito a melhorar, e muitos problemas a resolver. No caso do ensino fundamental a situação é ainda mais delicada, mas me considero abençoada por ter recebido essa ótima formação e, ainda por cima, gratuita.

Dentre os projetos residenciais que executa qual trabalho te dá mais satisfação?

Na área de interiores residenciais tudo me instiga e me alegra, adoro o que faço. O mais gratificante e desafiador para mim é fazer reformas e modificar espaços antigos.

Que parte você considera a mais complicada?

São tantas, mas nada que não se consiga contornar. O que pode ocorrer que acho o mais complicado de tudo, mas que felizmente hoje é cada dia mais raro, é quando o cliente não sabe o que quer. Isso dificulta demais o nosso trabalho.

Você utiliza bastante a computação gráfica na apresentação de seus trabalhos. Design gráfico também é teu forte?

Aqui no escritório utilizamos muitos recursos gráficos, e os mais modernos programas, com certeza os melhores a que se tem acesso hoje. Os clientes se encantam com as apresentações, com a maneira tão fácil de ver tudo em 3D, em diversos ângulos, e assim e se sentem muito seguros na tomada de decisões. Utilizar essas ferramentas hoje é um grande trunfo pra nós, arquitetos, pois nos poupam muito trabalho, bem diferente do que era anos atrás. Sobre o design gráfico especificamente, não me dedico por pura falta de tempo, meu trabalho acaba sendo mais focado na arquitetura mesmo. Mas gosto muito.

Qual a definição de “valoriza o que já existe”?

Significa dar destaque a algumas coisas que os clientes já têm, de acordo com seu gosto.

Há quanto tempo você atua no mercado?

Como arquiteta, trabalhando em outros escritórios, atuo neste mercado desde 2000, quando me formei, mas com escritório próprio, desde 2004.

Quais os planos para o futuro?

Trabalhar mais e mais, e conquistar ainda mais clientes e espaço no mercado.

 

Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Carolina Wolff Burin busca aprimorar continuamente suas experiências. É especializada em arquitetura de interiores pela UniRitter e Mestre em teoria e história da arquitetura pela UFRGS. Saiba Mais
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